Gurgacz cobra melhoria na distribuição de energia elétrica em Rondônia

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    Acir Gurgacz energia elétrica Rondônia
    Acir Gurgacz energia elétrica Rondônia

    O senador Acir Gurgacz (PDT-RO) defendeu, em Plenário nesta sexta-feira (16), a necessidade de investimentos na rede de distribuição de energia elétrica do Estado de Rondônia. Segundo ele, o estado precisa de qualidade no fornecimento para atender as necessidades do comércio, da indústria e do agricultor.

    Para Gurgacz, na expectativa de se tornar um grande produtor e exportador de energia elétrica, Rondônia não logrou benefícios e contrapartidas na construção das usinas de Jirau e Santo Antônio, no Rio Madeira. Além disso, o senador ressaltou que para o agricultor continuar no campo, ele precisa de segurança e conforto, o que quer dizer investimento em assistência técnica, novas tecnologias, calcário, máquinas e internet.

    “Quem executa esse serviço em Rondônia é a Eletrobras, através da Eletronorte e da Ceron, que não tem investido na construção de novas subestações, novos cabeamentos para distribuir a energia necessária para atender a demanda atual e a demanda que está crescendo em nosso Estado. Com isso, a população sofre com os constantes apagões e perdemos muitos empreendimentos por falta de energia elétrica disponível”.

    Segurança

    Gurgacz cobrou ainda ações mais fortes do Estado, com relação à segurança pública em Guajará-Mirim. A população tem enfrentado problemas com relação ao tráfico de drogas e roubo de veículos na fronteira com a Bolívia.

    O senador comentou também sobre o assassinato da vereadora carioca Marielle Franco e de seu motorista Anderson Gomes. Para ele, foi mais um capítulo na triste realidade que vive o Rio de Janeiro.

    “Precisamos combater e reverter com todas as forças, não apenas com a presença do Exército nas ruas, mas, principalmente, com políticas públicas de inclusão social e justiça social, com mais educação e saúde para a população, principalmente para as pessoas que vivem nas favelas e nas comunidades da periferia”.