Acir Gurgacz se mantém entre os ‘cabeças’ do Congresso Nacional

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    Acir Gurgacz Congresso Nacional
    Acir Gurgacz Congresso Nacional

    O senador Acir Gurgacz (PDT-RO) mais uma vez foi considerado um dos 100 ‘cabeças’ do Congresso Nacional na lista referente a atuação em 2017, divulgada pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap).

    O senador Acir Gurgacz entrou para a lista dos mais influentes do Congresso em 2011, quando foi indicado como parlamentar em ascensão. Em 2012, quando foi presidente da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária e relator de Receitas do Orçamento da União pela primeira vez, entrou para a lista dos cabeças do Congresso Nacional.

    Segundo o Diap, os ‘cabeças’ do Congresso se caracterizam no protagonismo pela capacidade de debater, articular, negociar e conduzir votações. A habilidade atribuída ao senador rondoniense foi de negociador.

    O senador Acir Gurgacz é líder do PDT no Senado e presidente estadual do partido em Rondônia. Atualmente, Gurgacz é vice-presidente da Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI), e foi o presidente da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária no biênio 2011-2012.

    O senador tem uma atuação destacada em diversas comissões temáticas do Senado, onde se discutem o mérito das matérias que depois são votadas no plenário. Acir é membro titular das comissões de Infraestrutura; de Assuntos Econômicos; de Constituição e Justiça; da Comissão Mista de Orçamento, além da de Agricultura.

    O senador também é titular da Comissão Especial do Desenvolvimento Nacional, que discute a Agenda Brasil, que é uma agenda positiva para estimular o reaquecimento da economia brasileira. Gurgacz é também membro do Grupo Parlamentar Brasil-Polônia e do Parlamento do Mercosul (Parlasul).

    Desde que chegou no Senado, em 2009, o senador Acir tem se destacado nas discussões sobre os rumos da política e da economia do Brasil. Acir foi relator de Receitas do Orçamento Geral da União de 2012 e fez parte do grupo responsável pela análise do PPA-2012/2015 e do PPA 2016-2019.

    O senador rondoniense também foi relator setorial de Infraestrutura do Orçamento da União de 2015 e relator de Receitas do Orçamento da União de 2016, além de relator do parecer do Tribunal de Contas da União (TCU) que recomendou a rejeição das contas do governo federal em 2014.

    A participação na Comissão Mista de Orçamentos e todas essas relatorias deram uma projeção nacional para o mandato do senador Acir Gurgacz, que passou a dialogar com o governo, com a oposição, com todos os partidos e setores da economia para elaborar seus relatórios e pareceres em votações importantes no Congresso Nacional.

    Gurgacz também foi convidado para participar do Conselho Superior de Economia da Fiesp, onde apresentou propostas de geração de receitas para a União sem o aumento de impostos ou a criação de novos, como a CPMF. Também participou do Fórum do Agronegócio dos BRICS e de missões internacionais na China e Europa, onde estabeleceu contatos visando a ampliação das exportações da carne brasileira, em especial da carne de Rondônia.

    Para o senador Acir Gurgacz, a presença de seu nome na lista do Diap é um reflexo natural de seu trabalho no Congresso. “Eu vim para o Senado para trabalhar por Rondônia e pelo Brasil, e para isso assumi funções de liderança e de muita responsabilidade, o que naturalmente nos coloca num papel de interlocutor da população e de diversos setores da sociedade aqui no Senado e junto ao governo”, avalia Gurgacz.

    Na definição do DIAP, “os cabeças” são parlamentares que conseguem se diferenciar dos demais pelo exercício de todas ou algumas das qualidades e habilidades. Entre os atributos está o protagonismo no processo legislativo, a capacidade de conduzir debates, negociações, votações, articulações, negociações e formulações de propostas.

    O DIAP faz estudos para definir os mais influentes desde 1994. Nos 23 anos, apenas um parlamentar manteve-se em todas as edições. É o senador Paulo Paim (PT-RS). Na Câmara dos Deputados são 513 parlamentares e, no Senado, 81. Entre os 100 parlamentares que comandam o processo decisório no Congresso, 60 são deputados e 40 são senadores.