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Pequenas empresas unem forças para combater crise
08
JUL
 
Os representantes dos micro e pequenos empresários de todo o Brasil se reuniram nesta semana em Brasília para fortalecer suas posições em defesa do setor que mais emprega e gera renda no país. Também elegeram a nova diretoria da Federação dos Sindicados das Micro e Pequenas Empresas (Simpi), sendo que o rondoniense Leonardo Sobral foi reconduzido para o cargo de vice-presidente, tendo como presidente o empresário paulista Joseph Couri.

Ao mesmo tempo em que parabenizo a nova diretoria do Simpi, me somo aos esforços dos empresários pela redução dos impostos e da burocracia, por mais crédito de longo prazo e condições para produzir e gerar empregos. Eu tenho feito no Senado e em todas as minhas atividades a defesa do setor produtivo, e, em especial das micro e pequenas empresas. Pois são esses empresários que tocam a economia real, que geram riquezas e receitas para o país. Que abrem oportunidades de trabalho e geram empregos e renda para os brasileiros. Que dão um duro danado para que suas empresas possam ter lucro, e para que possam partilhar esse resultado com seus colaboradores e com a sociedade.

Muita gente acha que são as grandes empresas que fazem a economia do Brasil ir para frente. Mas não é bem assim. As micro e pequenas empresas têm tido um papel fundamental para promover o crescimento econômico do País. Segundo dados recentes do IBGE e do Sebrae, as empresas de pequeno porte representam 27% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e são responsáveis por pelo menos 60% dos quase 100 milhões de empregos no País.

Esse fenômeno se repete no campo. No Brasil, o número de estabelecimentos rurais é de 5,2 milhões, dos quais 84% são de agricultura familiar. Em Rondônia, mais de 75 mil estabelecimentos estão enquadrados na agricultura familiar, e respondem por nada menos de que 74% do valor bruto da produção agropecuária de nosso Estado.

É por isso que eu defendo a pequena empresa o pequeno agricultor: porque eles representam a maior parcela de nossa economia, mas também porque são o lado mais frágil nas disputas por mercados cada vez mais concorridos de nossa economia global. São os pequenos que mais precisam de políticas públicas, de crédito bom e barato, de incentivos fiscais e de apoio do governo para continuar produzindo e gerando empregos. E são também as pequenas empresas que resistem mais facilmente às crises cíclicas da economia e que podem ajudar o país a sair de mais essa crise que estamos atravessando.
 
 
 
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